"Tenta te orientar pelo calendário das flores, esquece por um momento os números, a semana, o dia do teu nascimento. Se conseguires ser leve, aproveite, enche tuas malas de sonho e toma carona no vento."

Fernando Campanella

terça-feira, março 30

Educar com os olhos

O pensamento do educador e escritor Rubem Alves é de quem de fato educa com os olhos, de quem tem uma acurada percepção de seu entorno. Educar o olhar dos alunos é um dos maiores desafios de qualquer educador... Fazê-los ver além dos números e letras a verdadeira "gramática" do números e a "matemática" das palavras, que existe no mundo. Afinal, como diz o próprio Rubem Alves: "As palavras só têm sentido se nos ajudam a ver o mundo melhor. Aprendemos palavras para melhorar os olhos".
Fonte:Postado por José Antonio Klaes Roig no Educa Tube

Lindo e reflexivo...
Um ótimo dia!
Com carinho, Val
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segunda-feira, março 29

Quatro ponto cinco e felizzzzzzz



E cá estou eu com meus 45 anos, ainda engatinhando em muitos aspectos da vida, mas sempre em busca de ser a cada dia que passa uma pessoa melhor!!
Entre erros e acertos continuo minha caminhada nesta dimensão...
Amo a vida, minha filha, meu marido e todo esse imenso universo que sempre conspira em meu favor!!!
Bençãos em nossos caminhos e bjs no coração!
Com carinho, Val

sábado, março 27

A lei de Gaia: os grandes predadores da Mãe Terra




Um bom artigo para lermos e entendermos a necessidade de mundança de paradigma: do mecanicista que priveligia a dicotommia entre ser humano e natureza para o paradigma sistêmico que propôe uma integração entre eles.


A relação dos humanos com o meio ambiente sempre foi marcada por uma concepção mecanicista da vida e pela apropriação dos recursos naturais, ignorando a necessidade de garantir a sua reprodução. E o direito sempre legitimou essas ações predatórias por meio do instituto da propriedade privada.

A análise é de Ugo Mattei, cátedra Alfred e Hanna Fromm de Direito Internacional e Comparativo da Universidade da Califórnia e professor de Direito do Hastings College of the Law, também na Califórnia, e da Universidade de Turim, na Itália. O artigo foi publicado no jornal Il Manifesto, 13-03-2010. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

O protagonista masculino dessa história é Gaio, misterioso autor jurídico romano, que viveu há mais de 2.000 anos e é autor de um livrinho de "Instituições", talvez um Bignami para aspirantes advogados, cuja estrutura fundamental constitui a ossatura da concepção ocidental do direito privado. Um legado da antiguidade romana que ainda hoje fundamenta, em nível global, a concepção dominante da própria "juricidade". Gaio representa em toda a sua grandeza a concepção romana do "domínio" como espaço de poder individual formalizado e ilimitado sobre as coisas.

O domínio romano não é aberto a todos. É limitado ao "pater familias". O pai-patrão tem domínio absoluto sobre os seus bens, sejam eles animados ou inanimados. Como o proprietário hoje pode livremente destruir um bem próprio (ou matar um coelho próprio), assim o "dominus" tinha poderes ilimitados sobre os seus bens, incluindo a propriedade fundiária, e direito de vida e de morte sobre escravos, filhos e mulher. A meu ver, Gaio não é visto como um personagem histórico. É, ao invés, o modelo antropológico pressuposto pela ordem jurídica individualista ocidental, assim como ele chegou, por meio de uma longa e aventurosa história, até a nossa modernidade. Gaio é aqui o indivíduo ocidental dotado de direitos de propriedade privada, êxito hodierno do processo transformativo que chamamos de progresso.

Um mito milenar

Hoje, Gaio dirige um automóvel, tem uma casa própria, mora na cidade, vive sozinho ou em uma família nuclear, se comunica com o celular, vê TV, tem direito de voto e pode comprar bens de consumo para satisfazer cada um dos seus desejos. Gaio é dotado de direitos que formalizam o seu poder de ter. Hoje, a propriedade privada de Gaio não se estende aos escravos, e a sua é formalmente igual a ele.

A protagonista feminina é Gaia, a terra viva, um lugar que, há alguns milhões de anos, hospeda o humano. Gaia, há muito mais tempo, é lugar da vida, um agregado complexo de ecossistemas, de nexos, de comunidades, de redes, de relações, de cooperação e de conflito, de hierarquia, de transformações lentas e de revoluções imprevistas. Os mitos sobre Gaia são complexos e fascinantes e variam através das culturas.

Complexa e fascinante é também a história da relação de Gaio com Gaia. Hoje, o jovem Gaio estuda, a partir da escola primária, a evolução da vida sobre a terra. Darwin domina (por enquanto) a sua percepção, e dali ele retira o sentido do progresso e do crescimento. Os antepassados de Gaio nasceram na África. Gaia lhes ofereceu alimento sob forma de frutos e de caças. Depois, Gaio aprendeu a domesticar os animais, para tirar deles alimento e vestuário. Sucessivamente, cerca de 2.000 anos atrás, Gaio compreendeu que Gaia podia ser induzida a produzir mais alimento do que espontaneamente ofereceria. Intuído o nexo causal entre semeadura e colheita, Gaio se tornou sedentário. Os antepassados de Gaio logo inventaram um direito à posse exclusiva, conhecido como propriedade.

A propriedade servia para remunerar os esforços na caça, na criação e na semeadura. Era preciso definir, por isso, quem estava dentro e quem estava fora. Era preciso evitar que a colheita fosse roubada por quem não tinha se esforçado para arar o campo. Uma ampla literatura apologética da propriedade privada se baseia ainda hoje sobre esse seu nexo moral com o trabalho agrícola.

Depois, menos de 300 anos atrás, Gaio inventou as máquinas e fez a revolução industrial: podia até produzir bens de massa extraindo a energia para fazer isso das vísceras de Gaia. Havia passado cerca de 10.000 anos desde a revolução agrícola. Quando a revolução industrial ocorreu, os escritos do Gaio histórico haviam sido redescobertos há cerca de 700 anos (depois de terem se perdido nos séculos escuros) em uma biblioteca perto de Pisa, e a propriedade privada estava plenamente formalizada, e foi a ordem institucional que a tornou possível. Gaio se tornou patrão das minas, foi industriário e capitalista. Hoje, Gaio fez uma outra revolução: usa o computador, e a sua maior riqueza prescinde de todo contato com um bem material. O mais rico e admirado é o financista, não mais o industriário taylorista.

Entre o aparecimento do homem sobre Gaia e a revolução agrícola, a distância é de milhões de anos. Entre a revolução agrária e a industrial, são milhares. Entre a revolução industrial e a informática de hoje, são poucas centenas de anos. Essa impressionante aceleração histórica exalta Gaio e lhe fez viver um senso de onipotência. Enquanto dirige a sua pick-up supertecnológica (e talvez promovida como ecológica), ele se compraz que os seus filhos de cinco anos sabem se adaptar melhor do que os de 14 à progressão geométrica da tecnologia.

Mas qual relação liga Gaio a Gaia? Em muitas culturas, Gaia é vista como mãe. "Pacha mama", a mãe terra. Mas Gaio não reconhece essa relação. Para ele, Gaia é um objeto, ou melhor, o objeto por antonomásia do seu "dominium". Antes da estruturação jurídica da relação de domínio (o chamado domínio quiritário) ocorrida na última parte do primeiro milênio antes de Cristo, Gaia já é uma "condenação" para Gaio. A Bíblia conta que ele foi expulso por causa do pecado da sua mulher. Um Deus masculino expulsa Gaio do Éden e o joga entre os braços de uma nova fêmea, Gaia justamente, com a qual ele será condenado a conviver. Gaia se torna mulher de Gaio? Como se desenvolveu o casamento? Por muito tempo, as coisas funcionaram bem.

A obsessão da posse

Gaio observa Gaia, a corteja, procura compreendê-la, talvez se apaixona por ela. Sabe que é intimamente ligado a ela, sabe que a sua própria vida depende da boa relação que consegue ter com a sua esposa. Adapta a ela os seus comportamentos, a acaricia e extrai prazer dela. Busca respeitar suas amizades, os espaços vitais dos quais Gaia tem necessidade. Gaia é comunitária por natureza, é feita de nexos e é na comunidade ecológica que ela se alegra e prospera, belíssima. Gaia, durante muito tempo, compartilha seus gostos. Ama a comunidade. O seu horizonte é constituído pelo grupo, pela relação, pela cooperação indispensável para conviver junto com Gaia. Mas Gaio desenvolve logo a obsessão pela parte de dentro e pela parte de fora. Inventa as fronteiras. Inventa a guerra. Frequentemente, ignora Gaia para se engajar em novos conflitos, distante do seu vilarejo onde abandona as suas mulheres dedicadas ao cuidado do grupo, à busca de água e ao cultivo de Gaia.

Em bem pouco tempo, Gaio começa a enjoar do fato de estar junto com Gaia. Quer possuir suas riquezas, quer ter. Gaio descobre que, para ter, é preciso excluir. Exclui as mulheres, semelhantes a Gaia na índole, as reduz a objeto e reivindica sua propriedade. Exclui os diferentes, os escravos, os desviantes. Também sobre eles exerce o domínio. Gaio organiza o trabalho dos seus submetidos, e com esse trabalho transforma Gaia. Quantifica-a e deseja sempre mais dela, lançando-se à conquista guerreira de novos espaços e colônias.

O seu compromisso se expande e, com isso, as suas riquezas e o seu delírio de onipotência. Nos novos lugares, encontra novas comunidades. Comunidades que respeitam Gaia como uma mãe, como uma amiga ou como uma esposa que vivem com ela em equilíbrio harmonioso; que respeitam e admiram suas qualidades. Gaio não suporta essas amizades de Gaia e as destrói, saqueando suas riquezas. As qualidades não se medem, e o que mais interessa a Gaio é medir, quantificar o valor das suas riquezas para criar organizações sempre mais ricas e poderosas, capazes de um domínio absoluto que agora ele chama de "soberania" e que ele modela sobre a propriedade absoluta e individual de um território.

A ciência da qualidade

Gaio ama o prazer, mas o considera um luxo, um lugar da estética. O prazer gerado pela qualidade, um estado do ser, não o ajuda a acumular e a ter sempre e ainda mais. Por isso, Gaio diferencia entre arte e ciência. A primeira se fundamenta na qualidade, na relação e na comunidade espiritual entre artista, obra e fruidor. A segunda, apenas na quantidade. A ciência de Leonardo, uma ciência da qualidade, é assim esquecida: o protocientista será Galileu, aquele que exclui a qualidade e o "não mensurável" (estética, odores, sabores, harmonias) do mundo da relevância científica.

Gaio inventa a manufatura e a produção em série. Inventa máquinas prodigiosas fundadas em leis absolutas e imutáveis que aprende a descobrir e medir com precisão. Gaia lhe oferece a energia para fazer isso, das suas vísceras sai antes o carvão e depois o petróleo. Gaio se torna sempre mais rico e cobre de honras quem lhe permitiu tornar-se rico. Newton, na Londres do seu tempo, tinha status de superstar. Gaia ama a beleza e a harmonia. A sua essência está no ecossistema, um conjunto de relações mutualistas em que o todo não é uma simples soma das partes. Gaio coloca a si mesmo no centro. Promove a sua visão egocêntrica. Inventa o humanismo. Descobre que Gaia não é mais o centro do universo. Reage a isso colocando a si mesmo ali.

Com Descartes, o eu pensante, Gaio se emancipa da matéria, da qual recusa, ao mesmo tempo, a essência animada. Gaio se emancipa até do seu corpo, do seu ser pessoa. Agora, conta apenas por aquilo que tem. É sujeito abstrato, "dominus borghese", dotado de poderes ilimitados sobre Gaia, da qual rejeita a identidade viva, reduzindo-a a uma máquina. Para ele, Gaia é governada por leis mecânicas, semelhantes àquelas sob tutela da sua propriedade privada, da qual a força da soberania exige o respeito sob pena de suplícios e galeras.

Gaia deve se revelar inteiramente aos seus olhos, deve lhe confessar todos os segredos de si mesma, justamente aqueles que podem torná-lo ainda mais rico e poderoso. Gaia é agora prisioneira e, como os prisioneiros, deve ser torturada para lhe extrair a verdade: como e onde posso encontrar novas riquezas, novas consciências, novo poder?

Gaio assume as vestes de Francis Bacon, onipotente e cruel Chanceler de sua majestade, que foi há muito tempo um grande jurista e grande cientista. É Bacon que teoriza sobre a inquisição na Inglaterra da Magna Charta. É Bacon que ensina o método científico para interrogar Gaia impiedosamente com o fim último de transformá-la e desenvolvê-la. Gaio, ao mesmo tempo, estende a sua imagem às suas mulheres: se são capazes de ter, terão direito à paridade formal.

Mas Gaia é esposa explorada, dominada e violentada com o direito e com a ciência. Permanecerá inerte? Alguém se levantará em sua defesa?

A Guerra das Rosas

Para ver uma reflexão sobre como o direito codificou as relações com a natureza pode-se ler as teses de Fritjof Capra contidas em: "O ponto de mutação" (Ed. Cultrix) e "La scienza della vita" (Ed. Rizzoli). Sobre as relações entre ciência e direito: "Legal Alchemy. The Uses and Misuses of Science in the Law", de D. Faigman.

A história da relação entre Gaio e Gaia é uma verdadeira Guerra das Rosas. Vejam-se a respeito: "A ciência de Leonardo da Vinci" (Ed. Cultrix), de Fritjof Capra; "Dopo il Leviatano. Individuo e e comunità", de Giacomo Marramao (Ed. Bollati Boringhieri); "Law and the Rise of Capitalism" (Ed. Monthly Review Press), de Michael E. Tigar.

Enfim, deve ser assinalada a publicação do panfleto do jornalista francês Hervé Kempf, "Per salvare il pianeta dobbiamo farla finita con il capitalismo" (Ed. Garzanti).




Fonte: Instituto Humanitas Unisinos

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sexta-feira, março 26

Hora do planeta- 2010





26 de março de 2010 ---Diário Catarinense

HORA DO PLANETA
No escuro por uma boa causa
Amanhã, das 20h30min às 21h30min, todo o mundo é convidado a apagar as luzes“O mundo inteiro vai apagar as luzes por uma hora. Junte-se a este movimento.” O slogan da Hora do Planeta é simples e convidativo. Então, vai participar? Tem que ficar no escuro entre 20h30min e 21h30min de amanhã, dia 27, e fazer parte de uma corrente que dá o seguinte recado: líderes mundiais, estamos preocupados com o aquecimento global.

A expectativa da WWF, organização não-governamental (ONG), idealizadora da Hora do Planeta, é superar em 2010 a marca de um bilhão de pessoas com as luzes apagadas durante 60 minutos.

Pelo mundo, grandes cidades vão deixar no escuro seus cartões-postais, como o Empire State Building, em Nova York e a Torre Eiffel, em Paris. Em Santa Catarina, 87 empresas e 21 ONGs já confirmaram a participação, conforme o site da WWF. Entre as prefeituras, só Tijucas havia confirmado até ontem, mas Florianópolis e Joinville também vão participar.

A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney, na Austrália, e envolveu 2 milhões de pessoas. Em 2009, 4 mil cidades em 88 países somaram a marca de 1 bilhão de participantes. Este ano, com a confirmação de que a Torre de Tóquio, no Japão, e o Portão de Brandenburgo, na Alemanha, terão suas luzes desligadas, todos os países do G-20 – grupo das maiores economias do mundo – passam a fazer parte do evento.

Tão importante quanto desligar as luzes no horário combinado é fundamental entrar no site e cadastrar a prefeitura, a empresa, a ONG ou você mesmo. Só assim a WWF poderá fazer a contagem do número de participantes. O desligar das luzes acontece de acordo com o fuso horário de cada país.



O que é a Hora do Planeta
- A “Hora do Planeta” é uma iniciativa mundial da WWF, uma das principais ONGs ambientais do mundo, para economizar energia durante uma hora. O apagar da luzes acontecerá entre as 20h30min e 21h30min, de acordo com o fuso horário de cada país.
- De norte a sul do Brasil, governos, empresas, organizações e pessoas físicas vão se unir para demonstrar a preocupação com o aquecimento global e a conservação de ecossistemas terrestres e aquáticos.
- O Brasil é, atualmente, o quarto maior emissor de carbono do mundo. Deste total, cerca de 75% são causados pelo desmatamento, principalmente na Amazônia e Cerrado.
COMO PARTICIPAR
- Entre no site www.horadoplaneta.org.br e cadastre-se
- Entre nas comunidades do Orkut e do Facebook
- Divulgue a ação pelo Twitter com a tag horadoplaneta
Participe você também!!!
Bj, Val
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segunda-feira, março 15




Dislexia... Buscarei artigos confiáveis para postar!!
Uma ótima segunda-feira
Bençãos no caminho e beijos no coração

Com carinho, Val

domingo, março 14

Uma semana regada de coisas boas da Vida!


Rita Lee- Coisas da vida

Com carinho, Val

A volta...


O motivo pelo qual não passei mais por aqui foi muito justo...senha incorreta!! Agora com ela em meu poder novamente, pretendo continuar postando assuntos que eu goste e também socializar com amigos com ideias afins.

Aproveitando para desejar feliz ano novo astrológico que inicia no dia 20 de março, às 14h20min, com a entrada do Sol no primeiro signo do zodíaco!

Sim!! Ano novo!!!

Segundo minha amiga, terapeuta, grande estudiosa e conhecedora do assunto Carla Lampert: "Astrologicamente a vibração de ano novo não inicia no dia 1°de Janeiro, mas sim, quando o Sol ingressa no signo de Áries, dia em que começa o outono no Hemisfério Sul – Equinócio do Outono. Ou seja, quando a sabedoria popular diz que o ano “só começa depois do carnaval”, está intuitivamente certa!"

Ainda que: 2010 será regido por Vênus, a deusa do amor e das artes.
Bem então vamos lá...vamos nos conectar a essa energia maravilhosa para que o amor seja a tônica em todas as nossas ações.


" A Divindade que há em mim saúda a Divindade que há em ti"

Com carinho, Val

sábado, outubro 17

200 anos de Darwin



"Há exatos 200 anos, em 12 de fevereiro de 1809, Charles Darwin nascia em Shrewsbury, Inglaterra. O naturalista britânico revolucionou a nossa forma de enxergar a vida ao propor, juntamente com Alfred Wallace, a teoria da evolução das espécies por seleção natural."


O pai da teoria da evolução
Charles Robert Darwin foi um importante naturalista inglês que viveu no século 19. Ele é lembrado por ter formulado a teoria da evolução, que explica como as diferentes espécies de animais se desenvolveram ao longo do tempo. Darwin nasceu no Reino Unido, em 12 de fevereiro de 1809. Foi estudar medicina em 1825, mas abandonou a carreira, voltando-se para as ciências naturais.

Como naturalista, foi convidado para participar da viagem do navio Beagle ao redor do mundo, promovida pelo corpo de almirantes britânico. Durante a viagem, que durou quatro anos e nove meses, Darwin chegou à costa do Brasil, seguindo para a Patagônia, ilhas Malvinas, Terra do Fogo, ilhas Galápagos, Nova Zelândia, Austrália, Tasmânia, Maldivas e toda a costa ocidental da América do Sul, do Chile ao Peru. Darwin colecionou fósseis e observou várias espécies animais e vegetais, além de fenômenos geológicos como erupções vulcânicas e terremotos. À medida que passava de uma região para outra, Darwin notou que o mesmo animal apresentava características diferentes e que existiam traços comuns entre as espécies extintas e as atuais. Isso o levou à suposição de que os seres vivos não são imutáveis, mas capazes de transformar-se.

As observações feitas durante a viagem orientaram Darwin na pesquisa sobre a teoria da origem das espécies, que é o tema fundamental da sua obra. Ela se baseia na luta pela vida, ou seja, na existência de uma permanente concorrência entre os indivíduos de cada espécie animal. Sobre a evolução das espécies, Darwin explica ainda que somente os mais fortes e mais aptos conseguem sobreviver e a própria natureza se encarrega de fazer essa seleção natural.

Em 1859, Darwin publicou um resumo de seus estudos no livro Sobre a origem das espécies por meio da seleção natural ou a conservação das raças favorecidas na luta pela vida, Na época, suas teorias provocaram grandes polêmicas e discussões. Hoje, suas idéias são mais aceitas, e seus livros são uma referência entre pesquisadores do mundo inteiro. Darwin morreu de um ataque cardíaco em 19 de abril de 1882, tendo dedicado toda a sua vida à ciência.

Thaís Fernandes
Ciência Hoje/RJ



Sabemos que existem muitas coisas entre o céu e a Terra que ainda nao podem ser explicadas, entretanto, o Sr Darwin desempenhou um papel muito importante com seus estudos sobre a teoria da evolução das espécies que ainda hoje gera grande polèmica entre criacionistas e evolucionistas.
Bj, Val

terça-feira, setembro 29

Marcha mundial pela PAZ parte daqui três dias










"Um grupo de voluntários de diferentes culturas e países, irá realizar uma volta ao mundo em prol da Paz e da Não-Violência Ativa. O grupo sairá da Nova Zelândia no dia Mundial da Não-Violência, no dia 02 de outubro de 2009, com previsão de chegar no Brasil dia 17 de dezembro de 2009 na cidade de Manaus/AM. A partir dessa cidade, o grupo internacional juntar-se-á aos grupos brasileiros e percorrerá várias cidades ampliando-se cada vez a participação de vários conjuntos.
A Marcha Mundial prevê passar por Porto Alegre nos dias 24 e 25 de dezembro de 2009, para coletivas de imprensa e participação em eventos. No dia 26/12/09 o grupo seguirá para Montevidéu/UY e desde aí para as cidades de Buenos Aires e Mendonza/AR, onde termina a rota geográfica da Marcha Mundial pela paz e pela Não-Violência.
Muito mais que uma volta ao mundo, a principal função da Marcha Mundial é realizar milhares de ações, das mais criativas possíveis, que promovam a cultura da paz e da Não-Violência possibilitando assim a criação de uma Consciência Planetária de Paz que exija o fim das guerras e das armas e o repúdio a todas as formas de violência.
A Marcha Mundial pela Paz e pela Não Violência é uma iniciativa da organização não-governamental Mundo Sem Guerras e Sem Violência e do Movimento Humanista e atualmente já conta com a adesão e participação efetiva de vários movimentos sociais, organizações não-governamentais, instituições públicas e privadas, universidades, grupos artísticos e milhares de pessoas voluntárias de diferentes partes do mundo."






Em Porto Alegre, o porta-voz é Eduardo Santana, cel: 9226-4317.
Também podemos obbter informações com Lísia Beck rplisia@gmail.com
Outras informações no site: http://marchamundial.org.br/


PAZ e LUZ
Val

segunda-feira, agosto 31

Montessori



“Evitar conflitos é obra da política, construir a paz é obra da educação”

Maria Montessori


A educadora italiana espalhou suas idéias e seu método pedagógico mundo afora e foi das pessoas que mais lutou pela conscientização internacional dos direitos da criança. Com sensibilidade feminina e equilíbrio, soube reunir em sua personalidade e em suas teorias o espírito científico (era médica por formação) e um profundo sentimento religioso centrado no BEM. Com o dom da observação e da pesquisa partiu para a prática educativa. Debruçando-se sobre a criança, sobre a sua ação espontânea, suas reações e suas aspirações, criou um método adequado ao que viu. Foi a primeira a criar mobiliário adaptado ao tamanho e às necessidades da criança, pensando não só em seu conforto e bem-estar, como na necessidade de ela ter domínio sobre o seu próprio ambiente para bem se desenvolver. Constatou o quanto a criança em nossa civilização é considerada uma intrusa, "atrapalhando" o mundo pronto e ordenado dos adultos. Assim, inventou um método de ensino em que a infância tivesse seu próprio ambiente de expansão e trabalho. Nesse sentido, sua preocupação estética é também notável: ela percebeu o quanto a beleza e a harmonia do ambiente influem sobre o psiquismo infantil, ajudando-lhe no desabrochar da mente e do coração.
Montessori atuou em dois níveis na Educação, ambos indispensáveis para um real progresso pedagógico: diretamente com crianças, oferecendo-lhes uma possibilidade concreta de terem uma escola mais feliz, e com adultos do mundo inteiro, promovendo sua educação para melhor educar.

Texto baseado nas obras de Maria Montessori.

Por Tereza Cristina Penna de Carvalho Resque
Fonte----http://www.peteleco40anos.com.br

sábado, agosto 29

“Aprender a ensinar é essencial.”

Tenho lido bons artigos de Elvira Souza Lima que é pesquisadora em desenvolvimento humano, com formação em neurociências, psicologia, antropologia e música. Trabalha com pesquisa aplicada às áreas de educação, mídia e cultura.
Socializo um deles com vcs.
Boa leitura!!




"O processo de ensinar e aprender é fundamental para o desenvolvimento e perpetuação da espécie humana," afirma Elvira Souza Lima, antropóloga, psicóloga e professora na Hofstra University, em Nova Iorque, EUA, e na Universidade de Salamanca, na Espanha.

Especialista em desenvolvimento humano, autora dos livros "Desenvolvimento e Aprendizagem" e "Conhecendo a Criança Pequena" (Ed. Sobradinho), Elvira Lima acredita que o conhecimento dos processos biológicos, neurológicos e culturais que levam o ser humano a aprender é essencial para o professor desenvolver melhor seu papel.

Segundo ela, "quando o professor se percebe como um indivíduo em contínua aprendizagem, ele muda a relação que tem com o saber. Ele precisa voltar a ser aluno para aprender a ensinar por outra perspectiva." E isso faz com que o educador se sinta um instrumento fundamental no processo antropológico.

Elvira Lima defende que o professor não pode perder a dimensão de que a escola é o lugar da ampliação da experiência humana, onde gente como ele constrói conhecimentos. Para isso, é necessário um currículo bem estruturado que deve fundamentar-se nos cinco pilares que norteiam o processo de formação do ser humano: memória, atenção, percepção, pensamento e imaginação.

Aliás, para a psicóloga, imaginação é fundamental, apesar de ser a menos considerada no processo de aprendizagem. “Ela depende da experiência e, portanto, se desenvolve com a idade”, explica, “sua ‘matéria bruta’ é o acervo de idéias, imagens, experiências, vivências emocionais e práticas culturais ali guardadas”. E, por isso, segundo Elvira, ela tem de ser explorada, cabendo à escola a iniciativa de desenvolvê-la por meio de experiências proporcionadas ao aluno.

Ao tratar dos atuais métodos de ensino vigentes, a educadora aponta que, do ponto de vista neurológico, para aprender é preciso rever o que está na memória. "As duas primeiras semanas de aula deveriam ser dedicadas à revisão, à construção do novo grupo na sala de aula e ao conhecimento da comunidade, da cultura dos alunos e de seus pais. Esse trabalho de aproximação, além de prazeroso, facilita o processo no decorrer do ano letivo".

Fonte: Conexa Eventos

domingo, julho 5

Tardes de domingo...














Quando não viajo pelo Cosmo, mergulho no oceano!
Adoro tardes de domingo...
Com carinho, Val

segunda-feira, junho 29

PAZ



“A paz não é branca e abstrata. Ela é bem concreta e de todas as cores”

Um ótimo dia de segunda feira!!
Val

domingo, junho 28

Minha vida querida!!

Urgente um Unibanco 30 horas na minha life...

Sem tempo para meu blog querido e para minha vida querida... Só trabalho e TCC, por isso minha ausência por aqui!!!
Felizmente o sufoco maior passou e claro que sabemos que no final tudo dá certo, afinal o universo sempre conspira a nosso favor, principalmente quando estamos no caminho certo!!!


Com carinho, Val

domingo, maio 3

ATIVISTAS URBANOS


Longe da política tradicional, jovens lutam por novas causas e encontram formas alternativas de mobilização.

Por Verônica Mambrini















Eles são engajados, mas não querem saber de partidos políticos. Envolvem-se em causas humanitárias, sociais e ecológicas, mas acham que as organizações não governamentais (ONGs) estão fora da realidade. Rejeitam líderes e, para se organizar, usam a internet, numa rede que os liga a grupos semelhantes na mesma cidade, ou outros países. Os novos ativistas atuam à margem da estrutura política tradicional e fazem de suas convicções uma forma de viver.

Na Morada da Floresta, residência comunitária em São Paulo, isso é bem evidente. Lá, vivem duas famílias e um amigo que dão cursos, palestras e vendem produtos ligados ao ecofeminismo.





Nossa proposta está ligada ao parto natural, com parteira, em casa", explica Ana Paula Silva, 25 anos. É um retorno às origens. Eles defendem o uso de absorventes e fraldas de pano e de acessórios que aproximam os pais do bebê, como os slings - faixas que permitem transportar a criança colada ao corpo da mãe ou do pai.

Diferentemente do feminismo da década de 60, a ecologia feminina defende a harmonia com o masculino.

"A participação do pai nos cuidados com o filho desabrocha virtudes nos homens, como o companheirismo e a sensibilidade", diz Ana Paula. Todos os moradores da casa participam da educação das crianças, que devem crescer com várias referências adultas.

Eles também têm preocupações ecológicas. Cultivam horta no quintal, reciclam lixo orgânico numa composteira e coletam água da chuva.

Para quem acredita que ações coletivas podem transformar uma sociedade, buscando um mundo melhor acesse e leia na íntegra a reportagem da Isto é.
Boa leitura!!
Val

quinta-feira, abril 30

Dia Nacional da mulher!!

No início do século XX, uma brasileira que estudou na Europa, Jerônima Mesquita, ao retornar ao Brasil, trouxe consigo a coragem de enfrentar situações contrárias às mulheres. Uniu-se a um grupo de senhoras combativas e tornou-se feminista, assistencialista e sufragista; lutou por inúmeras causas. Era mineira de Leopoldina, nascida em 30 de abril de 1880. Faleceu na cidade do Rio de Janeiro, onde morava, em 1972. Em homenagem a ela, na sua data de aniversário,um grupo de feministas trabalhou para que este dia se tornasse o Dia Nacional da Mulher. Isso ocorreu pela lei nº 6.791/80, sancionada pelo Presidente João Figueiredo.



Vale lembrar que durante a ditadura militar no Brasil, 1964-1984, foi proibida a comemoração do Dia Internacional da Mulher, 8 de março e por isso, o 30 de abril, Dia Nacional da Mulher, tornou-se a única data na qual as mulheres brasileiras podiam comemorar.



Hoje as mulheres conseguiram conquistar muitos espaços, aberturas num oceano de injustiças e preconceitos, frutos da coragem, tenacidade e sacrifícios, além de demonstração admirável do quanto elas podem realizar, quando se dispõem a lutar.

“O Dia Nacional da Mulher, 30 de abril, é mais uma ocasião para continuar a investigação sobre a condição feminina no Brasil e a busca incessante de soluções.”

(Catarina Cecin Gazele)

quarta-feira, abril 29

As 100 Melhores Histórias da Mitologia



Meu primo Luciano me enviou e resolvi socializar!!

As 100 Melhores Histórias da Mitologia
A.S. Franchini / Carmen Seganfredo

Sinopse:
Guerra de Tróia. Os Doze Trabalhos de Hércules. A história de amor de Cupido e Psique. A desgraça de Édipo. O retorno de Ulisses a Ítaca. As maiores batalhas do mundo antigo, o nascimento dos mais célebres heróis de então, os principais episódios envolvendo deuses e deusas do Olimpo, mortais, imortais, monstros e bestas são aqui relatados na sua forma original: com o vigor da ficção. Nas cem histórias que compõem este livro, as forças da natureza tomam vida, forma-se o Universo, nasce o homem, surgem os animais e explicam-se, segundo a ótica mágica da mitologia greco-romana, os primórdios da existência e da história da humanidade. Os mitos não são mitos, mas personagens vividos e de carne e osso, que pensam, sentem e amam — tudo isso contado numa prosa acessível — e que compõem o berço da cultura ocidental.

Formato: DOC
Páginas: 481
Idioma: PT-BR

Download pelo RapidShare
http://rapidshare.com/files/222465554/As_100_Melhores_Historias

sábado, abril 25

"Um dia pela Terra!!"





O Dia da Terra foi comemorado pela primeira vez no dia 22 de Abril de 1970, sendo actualmente uma efeméride em centenas de países por todo o mundo na qual milhares de organizações e cidadãos participam activamente.

O principal objectivo do Dia da Terra é o de sensibilizar a sociedade para os problemas ambientais existentes a nível mundial e para a importância da promoção de iniciativas que visem o desenvolvimento sustentável, evitando a degradação do planeta onde vivemos.

Em Portugal a data também tem vindo a ser assinalada por um número cada vez maior de entidades e municípios, que vão desenvolvendo acções práticas de promoção da qualidade de vida no planeta e a defesa do ambiente. É a este movimento global de defesa do planeta - que este ano já conta com 1000 eventos registados na Rede Internacional (http://www.earthday.net/), que se irão desenvolver em vários pontos do mundo – “Dia da Terra – Cem coisas pelo Planeta”.
Segundo a rede mundial, o Dia da Terra deve ser um dia de participação cívica para defender os princípios de sustentabilidade local aplicando a máxima “Pensar globalmente, agir localmente”.
(Fonte: Confagri)

terça-feira, abril 21

SER e TER

Retirado do blog Contra a Indiferença,do Dr. Fernando Nobre


"Desafio gratuito? Debate e opção fúteis e inúteis? Escolha impossível? Penso que não. Será um desafio gratificante, julgo eu, se a opção “ser”, a acertada para mim, for a escolhida; não é seguramente a mais fácil mas será aquela que, nos momentos derradeiros, mais nos realizará e nos reconfortará!


Acredito plenamente que o “ser” tem que se sobrepor ao “ter”. Sei que não é o sentimento dominante neste início de século preocupado por uma globalização essencialmente financeira e especulativa, pelo vírus da ganância que galopa na mente de certos “yuppis” e de certas “empresas”, por uma tecnologia que parece tudo explicar e dominar e por uma visão maniqueísta das relações humanas que pretende conduzir-nos para perigosos desvios militaristas assim como para um choque de civilizações e religiões obsoleto porque retrógrado, sem cabimento e esperança e causador de tanto sofrimento e morte. O terrorismo e o combate que lhe está a ser travado são epifenómenos que decorrem das contradições e efeitos negativos quando o “ter”, irreflectidamente, tem a pretensão e ousadia de se sobrepor ao “ser”. A actual guerra contra o terrorismo está enferma de inutilidade e morte porque manifestamente desadequada e incompleta: só feita de tiros, torturas, prisões arbitrárias e cárceres fora das normas jurídicas, humilhações e mortes não nos levará a parte nenhuma a não ser a mais terror: será uma espiral infernal para todos, mesmo para aqueles, os do “ter”, que pensam ter-se posto ao abrigo nos condomínios fechados ou outras torres de marfim...


Meus amigos, há poucos anos ouvi no Centro de Convenções de Washington o então presidente da Organização Cooperação e Desenvolvimento da Europa, Sr. Jean Roger Bovin fazer uma análise da situação mundial que me reconfortou ainda mais na minha opção de pretender apenas “ser” e de lutar nesse sentido. Disse então o Sr. Bovin que “a pobreza impede o desenvolvimento social e o progresso”, “que o crescimento económico não conduz obrigatoriamente ao desenvolvimento social”, e que “o desenvolvimento social não é alcançado sem um investimento sério na saúde e na educação”. Afirmou também que “a democracia e a miséria não podem coexistir” e que por isso “é fundamental investir no desenvolvimento social para se almejar ter democracia”. E alertou para o facto da ”Nova Ordem Mundial” sonhada pelo outrora presidente George Bush (pai!) ter falido e se assistir a um aumento acelerado das disparidades! E mais, alertou também que previa para 2020 (amanhã!) que a África iria pôr no mercado de trabalho duas vezes mais jovens do que a Europa, EUA, Japão e Rússia, juntos!, o que provocaria uma corrente migratória Sul – Norte nunca vista... Sábias observações e temíveis previsões... Pois é, eis o resultado que a aposta no “ter” estéril produziu no nosso planeta: um crescimento económico sem desenvolvimento social integrado e global.



O “ter” é ilusão, é pura aparência, é efemeridade, é indiferença, é intolerância, é enfermidade, é solidão. O “ter” não tem esperança porque se esgota nele próprio, alimenta-se dele próprio exigindo sempre mais “ter”! Que saída para essa quadratura do círculo, para esse não senso que alguns tentam erguer em novo paradigma querendo fazer-nos crer que é a única via para a resolução dos problemas da humanidade? Só há uma: inversão de marcha em direcção ao “ser”. Não é fácil, espera-nos muita frustração (tanto maior quanto menos “ser” houver...) e alguma satisfação sobretudo aquela de sabermos que, no mais íntimo do nosso ser, estamos no caminho certo, na única via para a criação da Paz e da Harmonia entre os seres humanos.


“Ser” é humanidade, consciência social, livre arbítrio, liberdade, igualdade, fraternidade, solidariedade, cultura, preocupação ambiental, ecumenismo, tolerância, aceitação e preocupação do outro... Este é o meu pensamento, a minha opção, o meu testamento. Não de um rato de sacristia!, mas de um cirurgião que muitas vezes teve vidas entre as mãos, de um operacional que percorreu o Mundo e de um homem que sabe perfeitamente como é a morte e que gostaria de a enfrentar olhos nos olhos com o mínimo de angústia e medo. Só e apenas isso. Tentar “ser”.



E se tentássemos todos?"

sábado, março 28

Mafalda...




Por isso que adoro o jeito Mafalda de ver o mundo!!!