"Tenta te orientar pelo calendário das flores, esquece por um momento os números, a semana, o dia do teu nascimento. Se conseguires ser leve, aproveite, enche tuas malas de sonho e toma carona no vento."

Fernando Campanella

quarta-feira, julho 11

MEDÉIA

Sandra Dani que atuou como Medéia!!! Magnífica!!!




Tivemos a oportunidade de conferir na platéia do Theatro São Pedro a superprodução de Medéia, com texto integral da obra de Eurípedes encenada pela primeira vez em Atenas em 431 A.C.
A superprodução contou com um maravilhoso elenco cênico gaúcho, aliás fiquei encantada com o desempenho de Sandra Dani no papel de Medéia e claro de todos que ali estavam para contar a famosa história onde Medéia abandonada por Jasão, que depois de dez anos de casamento a deixa para contrair novas núpcias com Gláucia, filha de Creonte, a herdeira do trono de Corinto, Medéia planeja uma vingança terrível, que não poupa sequer seus dois filhos para se vingar do marido que a traiu.

Valeu a pena!!

Quem não assistiu agora é esperar o "POA em cena" 2007!!!

terça-feira, julho 10

100 anos de Frida Kahlo (1907-2007)




Comemorou-se agora no último dia 06/07/07, o centenário de Frida Kahlo, pintora Mexicana que ficou famosa tanto pela sua obra quanto pela sua vida pessoal, marcada por sucessivos acontecimentos dramáticos. Conseguindo transformar sua dor física em matéria para a arte.


Quando em 1928 entra no Partido Comunista Mexicano, conhece Diego Rivera, com quem se casa no ano seguinte. Kahlo também teria se relacionado com o revolucionário Leon Trotsky, depois que ele fugiu da União Soviética.


Morre em julho de 1954, depois de contrair pneumonia. O feminismo, o estilo de vida e o comunismo de Frida Kahlo são aspectos indissociáveis da sua obra.


Leia mais:http://pt.wikipedia.org/wiki/Frida_Kahlo

quinta-feira, julho 5

----- Deficiências-----



DEFICIÊNCIAS - Mario Quintana (escritor gaúcho 30/07/1906 -05/05/1994)
"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.

"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

"Diabético" é quem não consegue ser doce.

"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:

"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.

"A amizade é um amor que nunca morre. "

Mario Quintana

Um super beijo!!!!!!!




sexta-feira, junho 29

Sol da nossa vida!!!

"Seus filhos não são seus filhos e sim filhos e filhas da vida. São flechas, sim, mas você é o arco graças ao qual se lançam no espaço. O arqueiro vê o alvo no infinito e necessita de você para que suas flechas partam velozes"

Kalil Gibran

sábado, junho 23

A Arte de menstruar: sinônimo e chance de interiorização e cultivo da nossa feminilidade!!


Buscando artigos que reportassem sobre o resgate do feminino em conexão com o planeta, encontrei esse que vem de encontro com o sentimento de sujeira que temos sobre o ciclo menstrual, esquecendo que nas grandes sociedades matriarcais o sangramento periódico das mulheres era um acontecimento cósmico, como os ciclos da lua e a subida e descida das marés.

Alguns anos atrás meu homeopata, Dr: José Carlos Brasil Peixoto recomendou-me a leitura de um livro que trata sobre o assunto, fui em busca e valeu a pena!! Passei a ter um maior conhecimento sobre mim mesma e uma maior consciência dos ciclos da vida!!!

Deixo aqui a sugestão do nome do livro que segundo Dr: José carlos, trás uma visão singular e respeitosa do feminino e da menstruação.

Vale a pena conferir!!!


Seu Sangue é ouro - Lara Owen

Editora Rosa dos Tempos


Aqui segue o artigo que me referi logo acima!!!!!!

"O que define uma mulher? Muitas respostas poderiam ser dadas a esta pergunta, mas o que caracteristicamente a define é o fato de que mulher menstrua. E em sua condição plena, ela menstrua regularmente, expressão redundante, pois a palavra menstruação, que significa, literalmente, ‘mudança de lua’, tem como sílaba-raiz mens, mensis, a medida, origem da contagem do tempo, i.é., da regularidade. A sílaba latina mens forma palavras como medida, dimensão metro, mente, para citar algumas. No sânscrito, a sílaba original era ma, de mãe, mana. Na Suméria, os princípios organizadores do mundo, atributos da deusa Inana, eram os me, sílaba contida no nome de muitas deusas, como Medéia, Medusa, Nêmesis e Deméter. Para as mulheres da Idade da Pedra, o sangue menstrual era sagrado. É provável que a palavra sacramento se origine de sacer mens, literalmente, menstruação sagrada. Um ritual exclusivamente feminino, conhecido pelos gregos como Thesmophoria, mas cuja origem se perde no tempo, era realizado anualmente no período da semeadura. As mulheres que tinham atingido a idade do sangramento se reuniam num campo sagrado, e ao primeiro sinal do fluxo menstrual, elas desciam por uma fenda para levar sua oferenda às Cobras, as grandes divindades primárias do mundo profundo, que representam o poder regenerador na terra, no campo e no corpo das mulheres. Ofereciam o melhor leitão da ninhada, cuja carne apodrecida junto ao sangue menstrual era misturada às sementes, que então eram enterradas no campo sagrado, para promover e propiciar uma colheita abundante. Os antigos ritos de menstruação hindus estão relacionados com Vajravarahi, literalmente ‘Porca de Diamante’, a deusa que rege as divindades femininas iradas, que dançam o campo energético do ciclo menstrual. Ela é a dançante Dakini vermelha, filha da Deusa Primal do Oceano de Sangue, mais tarde denominado de Soma. Representando o fluido da vida, o sangue menstrual sempre foi considerado tabu, palavra polinésia que significa ‘sagrado’ e que foi interpretada pelos antropólogos como sendo ‘proibido’. De fato, o sangue menstrual, como o poder de criar vida que conecta as mulheres com o próprio universo, era tabu, isto é, sagrado e portanto proibido àqueles que não menstruassem, como era o caso dos primeiros antropólogos homens. No mais esotérico dos rituais tântricos, o Yoni Puja, os sucos liberados pela cópula eram misturados com vinho e partilhados pela congregação. O mais poderoso de todos os sucos era aquele obtido quando a yogini estava menstruando. Ao longo dos milênios, as mulheres têm desaprendido a arte de menstruar, de fluir com a vida. Nas sociedades tribais, a menarca, o início do fluir do sangue, era celebrada com um rito de passagem, auxiliando a menina a realizar sua entrada para o reino do mana: o poder sagrado transmitido pelo sangue e que tanto podia dar como tirar a vida. Além de apaziguar o poder destruidor, o rito tinha como função auxiliar a menina a entender sua condição física e sua relação com a função procriadora da natureza. Ainda uma criança em espírito e condição social, a partir de suas regras, a jovem deve assumir o comando de sua vida. Sem ritos de passagem, o que temos para oferecer às nossas meninas, que as ajude a transformar e assumir sua nova identidade? Ao longo do processo civilizatório, a menstruação foi sendo depreciada, relegada, virando tabu. O que era sagrado tornou-se proibido, sujo, contaminado. A regra passou a ser esconder a regra. O resultado disto foi que o evento central na vida de toda mulher madura tornou-se invisível. Ironicamente, retorna à visibilidade para se tornar um negócio milionário, o dos absorventes ditos ‘higiênicos’, mas que continua a reforçar a idéia de que o sangue menstrual é ‘sujo’. O apelo maior da propaganda de absorventes é tornar a menstruação invisível. Promete que usar tal ou qual marca de absorvente possibilita à mulher levar a vida como se nada estivesse acontecendo em seu corpo. Descaracteriza-a como mulher, negando sua característica mais distintiva. Devemos abolir os absorventes? É claro que não, pois não vivemos na Idade da Pedra. Mas talvez devêssemos nos espelhar no exemplo das índias andinas, que simplesmente se agacham e deixam seu sangue fluir para a terra. Impossibilitadas de agir assim numa terra coberta de asfalto, podemos, contudo, transformar esta prática num ritual. É importante para as mulheres recuperarem o sentido sagrado do fato biológico central em suas vidas. Pois, ainda hoje, a maioria das mulheres ‘liberadas’ acredita que suas regras (aquilo que as rege) é uma inconveniência que, se possível, deveria ser eliminada. Se formos capazes de romper com esta crença, talvez possamos desvincular o feminino da idéia de fragilidade e instabilidade. A decantada imprevisibilidade feminina é, em grande parte, decorrente das oscilações a que a mulher está submetida, ao longo de seu ciclo mensal. É a expressão da imprevisibilidade da própria vida. O ciclo hormonal feminino apresenta dois pontos culminantes: a ovulação e a menstruação. O polo branco da ovulação, chamado muitas vezes de rio da vida, é o polo ovariano, procriativo, momento do ciclo em que, biologicamente, a mulher se coloca plenamente a serviço da espécie. O polo vermelho da menstruação, também chamado de rio da morte, é o polo uterino, quando a mulher se volta para si mesma. Ou pelo menos deveria, pois a arte de menstruar, a habilidade de fluir com a vida, é o momento em que somos chamadas para dentro, a fim de curarmos a nós mesmas. Desprezada e negligenciada, não é de estranhar que a menstruação revide. A TPM (Tensão entre Patriarcado e Menstruação) é a expressão do conflito que nós mulheres vivemos, entre voltarmo-nos para o acontecimento sagrado dentro de nós ou atender à demanda do mundo externo. O período menstrual nos torna mais sensíveis, captando os acontecimentos em torno de nós através de uma lente de aumento e reagimos de acordo. Se aprendermos a respeitar o movimento energético que acontece em nosso interior, poderemos usar esta sensibilidade de um modo mais significativo e reverter a depreciação a que o sangramento foi submetido, recuperando sua sacralidade. Como mulheres modernas, inseridas num mundo que funciona de acordo com os valores masculinos, nem sempre podemos nos recolher na cabana de menstruação, como faziam nossas antecessoras, onde descansavam e partilhavam suas experiências. Mas podemos reduzir nossas atividades ao mínimo, deixando para outro momento algumas delas. Também podemos nos recolher para dentro de nós, enquanto executamos as atividades diárias que nos competem. Depois de cumpridas as tarefas, podemos nos retirar para um lugar tranqüilo e prestar atenção ao que acontece no nosso útero, observar as sensações e os sentimentos, os sonhos que emergem. O período menstrual é o momento em que podemos aprender mais a nosso respeito e curar nossas feridas. Assim reverenciada, a arte de menstruar pode ser recuperada, possibilitando uma vida mais plena e feliz como mulher."

Fonte: Caldeirão

[Imagem: Helen Nelson Reed, "The Goddess Light Whithin"]

domingo, maio 20

Ainda sobre Gaia!











"Antes do homem ser criado, só havia terra e ar e antes mesmo de existir o ar e a terra, se necessitava de um lugar para estes se manifestarem. Este lugar era o Caos: que era o lugar onde existia só a possibilidade de ser. No sonho do Caos só existia o Pensamento, que crescia e palpitava e este Pensamento estabeleceu a Ordem. Tão poderoso e eficaz foi este Pensamento que chamou a si mesmo de Eros, e ao pronunciar aquele nome, o Caos se transformou no Momento. Do Caos e Eros surgiram a obscuridade chamada Nyx e o movimento chamado Boreas, o vento.
Em sua primeira dança cósmica, Nyx e Boreas, giraram em movimento arrebatado e frenético até que tudo que era denso e pesado descendeu, e tudo que era leve ascendeu. A matéria densa era Gaia e de sua chuva e de sua semente proveu sua descendência."
Leia na íntegra:






Hipótese de Gaia


"A Hipótese de Gaia, também denominada como Teoria de Gaia, é uma tese que sustenta ser o planeta Terra um ser vivo. A hipótese foi apresentada em 1969 pelo investigador britânico James E. Lovelock afirmando que a biosfera do planeta é capaz de gerar, manter e regular as suas próprias condições de meio-ambiente. Para chegar a essas conclusões, o cientista britânico, juntamente com a bióloga estadunidense Lynn Margulis analisaram pesquisas que comparavam a atmosfera da Terra com a de outros planetas, vindo a propor que é a vida da Terra que cria as condições para a sua própria sobrevivência, e não o contrário, como as teorias tradicionais sugerem. O nome Gaia é uma homenagem à deusa grega Gaia, da Terra. Vista com descrédito pela comunidade científica internacional, a Teoria de Gaia encontra simpatizantes entre grupos ecológicos, místicos e alguns pesquisadores."

Fonte:Wikipédia

Rincão Gaia, eu estive lá!!
































O Rincão Gaia idealizado por José Lutzenberger fica situado sobre uma antiga jazida de basalto, onde mostra o exemplo de recuperação de áreas degradadas. Nos buracos das pedreiras, hoje tem lagos e no seu entorno uma diversidade enorme de fauna e flora.
Também no local acontecem eventos voltados para alfabetização ecológica, visando o desenvolvimento sustentável.








José Lutzenberger


O ambientalista José Lutzenberger, figura de grande expressão no movimento ecológico brasileiro e internacional.

A verdadeira, a mais profunda
ESPIRITUALIDADE
consiste em sentir-nos parte integrante deste
MARAVILHOSO E MISTERIOSO PROCESSO
que caracteriza
GAIA
nosso planeta vivo: a
FANTÁSTICA SINFONIA DA EVOLUÇÃO ORGÂNICA
que nos deu origem
junto com milhões de outras espécies.
É sentir-nos responsáveis pela sua continuação e desdobramento

J.A. Lutzenberger

domingo, maio 13

Para todas mulheres, mães, esposas, amigas, companheiras, Doutoras na Arte de Fazer a Vida Melhor!


O Dia Das Mães

Christiane Araújo Angelotti

A antiga civilização grega já celebrava a maternidade homenageando a Deusa Réia, a mãe de todos os deuses, segundo a mitologia grega. Muitos anos depois, no século 16, a Inglaterra passou a comemorar o chamado "Domingo da maternidade" no quarto domingo da Quaresma. Tal data era dedicada em especial para as mães de operários ingleses, que devido a crise que assolava o país passavam muito tempo longe de seus famílias, à trabalho. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
Nos Estados Unidos, Anna Jarvis foi a idealizadora do feriado. Seu intuito era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais. Em 1907 ela, juntamente com vários amigos, começaram uma campanha para instituir o Dia Nacional das Mães. Ela conseguiu que a cidade de Grafton, na Filadélfia, na qual residia, celebrasse o Dia das Mães no segundo aniversário da morte de sua própria mãe, Anna Reese Jarvis. No ano seguinte, a comemoração se espalhou por toda a Filadélfia. A sociedade então, s e mobilizou para tentar instaurar a data nacionalmente. Em 1914, o presidente Woodrow Wilson fez um comunicado oficial, proclamando o Dia das Mães como feriado nacional, a ser celebrado sempre no segundo domingo de maio.
O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. No Brasil, o Dia das Mães é celebrado no segundo domingo de maio, conforme decreto assinado em 1932 pelo, então presidente, Getúlio Vargas. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.
O cravo, a flor favorita da mãe de Anna Jarvis, tornou-se o símbolo das mães, após ter sido usado na celebração de 1907 em Grafton. O objetivo do dia das mães inicialmente, era fazer as pessoas refletirem na importância das mães, celebrar esse amor, essa doação.
Porém com o avanço do capitalismo, o dia das mães cada vez mais se torna uma data comercial.
Comemoremos essa data com amor, festejando nossas mães, que dão um toque especial em tudo o que fazem, que nos apoiam, nos protegem,nos amparam e nos amam. O maior dos presentes é aquele que não tem valor comercial, não se pode comprar num lindo shopping, numa loja da esquina, o maior e melhor dos presentes que podemos dar às nossas mães é o nosso AMOR. Esse, vem cheio de outros presentes “brindes": respeito,amizade, companheirismo, cumplicidade, gratidão, ternura... Amor é uma caixinha de surpresas, quanto mais damos,mais sentimos e recebemos.
Feliz Dia das Mães!

segunda-feira, abril 23

Crianças Índigo



"Crianças Índigo
Uma Geração de ponte com outras dimensões...no Planeta Índigo da Nova Era
Este livro pretende abrir caminhos para quem deseja entender e explorar as tendências da Nova Era, ampliando a sua relação não só com as chamadas Crianças Índigo, mas também com todas as outras que nasceram na Nova Energia, com uma nova vibração.
A autora nos revela que as Crianças Índigo não são crianças especiais ou com sintomas diferentes das outras, elas apresentam apenas alguns comportamentos que revelam ser mais independentes e autônomas, e por isso, necessitam de uma atenção específica e uma nova abordagem na educação, com grande colaboração e dedicação dos novos educadores e pedagogos.
Não é a primeira vez que o planeta assiste à chegada de consciências que trazem características diferentes do habitual e que agitam as culturas estabelecidas e incitam uma transformação. As Crianças Índigo começaram a aparecer em maior número e com maior freqüência a partir da década de 1980, em geral são mais sensíveis que as outras crianças, possuem uma estrutura cerebral capaz de utilizar simultaneamente as potencialidades dos hemisférios direito e esquerdo, indo mais além da capacidade racional e intelectual, desenvolvendo melhor a criatividade e a capacidade de intuição. Estes e outros fatores podem levar àquilo que os professores e os médicos diagnosticam comumente como Síndrome de Déficit de Atenção e Hiperatividade, que não é mais do que a energia mal dirigida.
Neste livro, pais, educadores, terapeutas, psicólogos, médicos e pedagogos encontrarão abordagens científicas e espirituais sobre o tema, principais características, formas de diagnóstico, indicações para uma nova abordagem pedagógica e educacional e aconselhamentos exemplificados de como perceber, educar e se relacionar da melhor maneira com as crianças que vêm justamente para nos ajudar a entender que vamos ter de mudar a cultura vigente para uma Nova Era."

Boa leitura!!!

domingo, abril 22

Vamos salvar Gaia!!!






22 de abril- Dia da Terra-




Às vezes fico pensando que ainda não temos consciência de que a Terra é nossa casa, nosso lar... e isso é possível afinal ainda estamos na trilha da reforma interior, da expansão da consciência... Mas, penso que enquanto ainda não chegamos lá, podemos dar uma melhorada em nosso dia-a-dia, em nossa maneira de viver, através de atitudes, pequenos gestos, de como utilizar as várias formas de energia, tendo o cuidado de escolher com sabedoria os produtos que consumimos, os programas de TV aos quais assistimos, nos tornando assim, seres humanos cada vez mais holísticos em defesa de Gaia rumo a sustentabilidade.

Todo dia é dia de índio!


Não cabe pensar o Brasil sem lembrar da diversidade étnica-cultural que se entrelaça no seio desse país tão plural e grandioso. O povo indígena talvez seja o que deveria estar na ordem do dia, no que diz respeito a valorização e preservação de uma cultura que tanto engrandece e continua nos ajudando na compreensão de que somos parte da natureza e que devemos garantir a nossa sobrevivência preservando-a. O estudo sobre os primeiros donos da terra Brasil e o entendimento de que não se trata de uma cultura inferior, mais sim diferente e que nem por isso é menos importante na formação do povo brasileiro, nos dá a dimensão do quanto ainda precisamos deixar o preconceito e saindo da ignorância, unirmos a eles na construção de um mundo mais justo e melhor para todos.

sábado, abril 14

As tirinhas da Mafalda!!!


Adoro o jeito Mafalda de ver o mundo!!













Mafalda foi criada nos anos 60 pelo argentino Joaquím Salvador Lavado, mais conhecido como Quino, a menina mais contestora das histórias em quadrinhos continua sendo uma leitura obrigatória. Em 1973, o autor optou por parar de desenhá-la. Quino decidiu não ceder os direitos para que outros desenhistas continuassem a personagem, evitando assim possíveis descaracterizações.


Esta linda garotinha de 7 anos inteligente e espirituosa, sonhadora e genial, sabe como ninguém levar a vida!Detestando sopa e amando Beatles ela é simplesmente ÉS LO MEJOR QUE HAY!























Em suas tirinhas, Mafalda consegue ser realista, contundente e polêmica, permitindo que o leitor visualize a problemática política e social de maneira mais clara e realista. Mafalda consegue envolver o leitor de modo crítico e sensato!!!

sexta-feira, abril 6

Páscoa




Lucineide Nobre como sempre, compartilhando mensagens reflexivas que nos remetem à interiorização, a meditar de olhos bem abertos...

Por último ela enviou-me trechos da mensagem:Páscoa: as muitas travessias
de Leonardo Boff.

"Se bem repararmos, toda a vida humana possui estrutura pascal. Toda ela é feita de crises que significam passagens e processos de acrisolamento e amadurecimento. A páscoa nos revela a dialética objetiva do real: a tese, a antítese e a síntese. Viver é a tese. A morte é a antítese. A ressurreição é a síntese. A síntese é um processo de recolhimento e resgate de todas as negatividades dentro de uma outra positividade superior. Assim que o negativo nunca é absolutamente negativo, nem o positivo é somente positivo. Ambos se contém um ao outro, encerram contradições e formam o jogo dinâmico da vida e da história. Mas tudo termina numa síntese superior."

Uma feliz travessia regada de solidariedade, paz e amor...

Leia na íntegra:www.adital.com.br


terça-feira, abril 3

"Um passarinho chamado Mario"


FALANDO EM CENTENÁRIO, LEMBREI-ME DE MARIO QUINTANA, NOSSO ETERNO POETA... QUE COM SUA POÉTICA NOS FAZ TER UM PENSAR REFLEXIVO, IMERSO NUMA INDAGAÇÃO SOBRE O TEMPO, AMORES PERDIDOS OU ASPIRADOS, OS SÁBIOS VELHOS E SUAS MEMÓRIAS E A INOCÊNCIA DAS CRIANÇAS!!!

BREVE BIOGRAFIA
Mario de Miranda Quintana, nasceu em Alegrete RS, no dia 30 de julho de 1906 - Porto Alegre RS, 5 de maio de 1994). Estudou em colégio militar, em Porto Alegre, de 1919 a 1924. Em 1919, foi colaborador na revista Hyloea, dos alunos do colégio. Em 1926 ganhou prêmio em concurso de contos do Jornal Diário de Notícias. No mesmo ano, trabalhou na Livraria do Globo. Alistou-se como voluntário do Sétimo Batalhão de Caçadores de Porto Alegre, em 1930, colaborando na tomada de governo de Getúlio Vargas. Entre 1929 e 1921, foi redator do jornal O Estado do Rio Grande. Na época, publicou poemas na Revista do Globo e no jornal Correio do Povo. Nos anos seguintes, trabalhou como tradutor e colaborador em periódicos. Seu primeiro livro de poesia, A Rua dos Cataventos, foi publicado em 1940. Seguiram-se Canções (1946), Sapato Florido (1948). Em 1966 recebeu o Prêmio Fernando Chinaglia de melhor livro do ano por Antologia Poética. Destacam-se em sua obra poética os livros Pé de Pilão (1968), Apontamentos de História Sobrenatural (1976), Quintanares (1976), Baú de Espantos (1986), Preparativos de Viagem (1987), Velório sem Defunto (1990). Em 1981, recebeu o Prêmio Machado de Assis e, em 1981, o Prêmio Jabuti de Personalidade Literária do Ano. Pertencente à segunda geração do Modernismo, Mário Quintana incorporou em sua poesia o bom-humor, o coloquialismo e a brevidade característicos das vanguardas modernas.
Foi em meados dos anos 60 que poeta Quintana começou a ser grandemente valorizado, primeiro no estado natal e depois no Brasil inteiro. Suas rebeldias ao verso bem-feitinho, seu humor, por vezes prazenteiro, a melancolia um tanto voltada para o cotidiano de todo mundo, tudo isso foi fazendo um Quintana mais acessível, sobretudo às crianças para as quais havia anteriormente publicado um livro (O Batalhão das Letras, 1948) , a partir daí editando vários volumes para elas: Pé de Pilão (1975), Lili inventa o mundo (1983), Sapo Amarelo (1984), Nariz de Vidro (1984) e Sapato Furado (1994), este último póstumo.
AQUI VAI UMA DICA PARA A GAROTADA CONFERIR!!!
"UM PASSARINHO CHAMADO MARIO"
AUTORA: LÉIA CASSOL- EDITORA CASSOL
VALE A PENA!! BOA LEITURA!!

Centenário Montessori



"Em 2007 uma série de eventos irá comemorar o centenário Montessori. Dentre eles, o de maior importância aconteceu em janeiro de 2007. A "Montessori Conferência Centenária" - 100 anos da Primeira "Casa dei Bambini" em San Lorenzo, Roma - terá como temas principais "A mente da criança" e "Educação e paz".
OMB-ORGANIZAÇÃO MONTESSORI NO BRASIL




Biografia
Maria Montessori (1870-1952) nasceu em Chiaravalle, no norte da Itália, filha única de um casal de classe média. Desde pequena se interessou pelas ciências e decidiu enfrentar a resistência do pai e de todos à sua volta para estudar Medicina na Universidade de Roma. Direcionou a carreira para a Psiquiatria e logo se interessou por crianças com retardo mental, o que mudaria sua vida e a história da educação. Ela percebeu que aqueles meninos e meninas proscritos da sociedade por serem considerados ineducáveis respondiam com rapidez e entusiasmo aos estímulos para realizar trabalhos domésticos, exercitando as habilidades motoras e experimentando autonomia. Em pouco tempo, a atividade combinada de observação prática e pesquisa acadêmica levou a médica a experiências com as crianças ditas normais. Montessori graduou-se em Pedagogia, Antropologia e Psicologia e pôs suas idéias em prática na primeira Casa dei Bambini, aberta numa região pobre no centro de Roma. A esta se seguiram outras em diversos lugares da Itália. O sucesso das "casas" tornou Montessori uma celebridade nacional. Em 1922 o governo a nomeou inspetora-geral das escolas da Itália. Com a ascensão do regime fascista, porém, ela decidiu deixar o país em 1934. Continuou trabalhando na Espanha, no Ceilão (hoje Sri Lanka), na Índia e na Holanda, onde morreu aos 81 anos.

Descobrir o mundo. Pelo toque
Nas escolas montessorianas, o espaço interno era (e é) cuidadosamente preparado para permitir aos alunos movimentos livres, facilitando o desenvolvimento da independência e da iniciativa pessoal. Assim como o ambiente, a atividade sensorial e motora desempenha função essencial. Ou seja, dar vazão à tendência natural que a garotada tem de tocar e manipular tudo o que está ao seu alcance.
Maria Montessori defendia que o caminho do intelecto passa pelas mãos, porque é por meio do movimento e do toque que os pequenos exploram e decodificam o mundo ao seu redor. "A criança ama tocar os objetos para depois poder reconhecê-los", disse certa vez. Muitos dos exercícios desenvolvidos pela educadora — hoje utilizados largamente na Educação Infantil — objetivam chamar a atenção dos alunos para as propriedades dos objetos (tamanho, forma, cor, textura, peso, cheiro, barulho).
O método Montessori parte do concreto rumo ao abstrato. Baseia-se na observação de que meninos e meninas aprendem melhor pela experiência direta de procura e descoberta. Para tornar esse processo o mais rico possível, a educadora italiana desenvolveu os materiais didáticos que constituem um dos aspectos mais conhecidos de seu trabalho. São objetos simples, mas muito atraentes, e projetados para provocar o raciocínio. Há materiais pensados para auxiliar todo tipo de aprendizado, do sistema decimal à estrutura da linguagem.
"A tarefa do professor é preparar motivações para atividades culturais, num ambiente previamente organizado, e depois se abster de interferir"

Revista Nova escola.



segunda-feira, abril 2

A busca de novos paradigmas


Recebi de um amigo e vou socializar com vocês, afinal é primordial abandonar nossos dogmas e partir para a busca de novos paradigmas, tudo isso sem abdicar dos valores essenciais e universais e como toda a transformação tem raízes no cotidiano, não há melhor maneira de evoluir do que vivenciando, dia- a- dia, as proposições que conduzem o ser humano nesse sentido!!!


Quem mexeu no meu queijo?
(Artigo de Rogério Bastos, baseado no livro de Spencer Johnson)


Há pouco tempo fui presenteado por um amigo com o livro: “Quem mexeu no meu queijo?” Uma história sobre mudança, que se passa em um labirinto, onde quatro personagens buscam o “queijo”, que nada mais é que uma metáfora para aquilo que queremos ter na vida. O “labirinto” é onde gastamos nosso tempo procurando por aquilo que queremos.
Adaptar-se as mudanças na vida é uma condição indispensável para sobrevivência de pessoas, empresas ou qualquer entidade. Líderes bem sucedidos criam ambientes para ajudar as pessoas a mudarem e apreciarem as mudanças.
Às vezes nos acomodamos em nossas velhas crenças e estabelecemos as rotinas que não nos permitem ver que o mundo está mudando. Quando notamos, muitas vezes atrasados, que as coisas mudaram (mexeram no meu “queijo”) vem o medo. Todos os nossos medos, medo de fracassar, medo de mudar, medo de tentar, fazendo-nos perder as esperanças. Depressão, brigas, desentendimentos, trabalha-se mais e produze-se menos.
Neste caso, perde-se empregos, termina-se relacionamentos, leva-se uma organização a falência. Temos de encarar o “labirinto da vida”, mas ao vê-lo vem o medo, a duvida e a pergunta: “O que você faria se não tivesse medo?”
O medo é bom quando nos impulsiona a reagir, mas ruim quando se fica assustado e nosso avanço é impedido. Somos prisioneiros de nossos medos, pois pensamos no que pode dar errado esquecendo o que pode dar certo.
Quando rimos de nós mesmos, quando nos autocriticamos, estamos dando os primeiros passos para nos adaptarmos as mudanças. Todos sabemos que as mudanças ocorrem, por isso temos que estar preparados para nos anteciparmos, monitorando os acontecimentos que envolvem esse processo.
A adaptação é fundamental, bem como apreciar as mudanças. Devemos estar sempre preparados para mudarmos rapidamente, muitas vezes e nos precavermos dos chamados “âncoras” que sempre nos levam para o fundo, pois estabeleceram suas rotinas, se acomodaram, adormeceram e não estão preparados para as mudanças que estão surgindo.
A mudança é vital para o sucesso no futuro. Lidere mudanças na empresa, nas organizações, na escola, no seu relacionamento. Abandone a rotina do: “Ah, sempre foi assim, pra que mudar?”, dessa forma você estará contribuindo para o crescimento até mesmo das pessoas envolvidas no processo, para que estas progridam profissional e pessoalmente. Busque a diferença, porque enquanto todos vão à mesma direção no mesmo padrão, às vezes se dando mal, você estará buscando o diferencial, a excelência, estará estimulando sua equipe a buscar melhores resultados. Use o que a modernidade tem de melhor, sem precisar abandonar nossas raízes, pois já dizia o velho Jaime Caetano Braum: “Não precisamos ficar de mal com nossos avós para ficarmos de bem com os novos tempos”.

domingo, abril 1

Enfim, blogueira!!!





Neste blog pretendo partilhar com vocês, minha paixão pela educação, ecologia pessoal, social e planetária.
Enfim, pretendo usar esse espaço para vocalizar os anseios de pessoas vulneráveis, tais como: indígenas, afro-descendentes, mulheres, meninos de rua, portadores de necessidades especiais, dentre outros.
Bem!! Vamos lá!!
Vejamos como vou me sair com isso!!!